Pouca gente sabe que meu amigo Marinho Ponci, além de Diretor de Marketing da Chilli Beans, também é guitarrista (dos bons) e tem uma ótima banda de Soul Music, a Reverendo Franklin. Confira clicando na imagem abaixo:
Marcelo Cherto escreve sobre Negócios, Ocupação de Mercado, Canais de Marketing (Revendas, Distribuidores, Franquias, Representantes e outros), Empreendedorismo, Inovação, Expansão, Vendas, Franchising, Marketing, Design, Publicidade e o que mais lhe der na veneta
Pouca gente sabe que meu amigo Marinho Ponci, além de Diretor de Marketing da Chilli Beans, também é guitarrista (dos bons) e tem uma ótima banda de Soul Music, a Reverendo Franklin. Confira clicando na imagem abaixo:
Em mais um texto brilhante, que tomo a liberdade de replicar aqui, meu amigo e parceiro Clemente Nobrega dá sua visão de cientista sobre o Blackout (Apagão) que abalou o Brasil há alguns dias:
"A lição é a mesma da crise financeira internacional. Quanto mais se conectam elementos a uma rede, maior é a chance de surgirem efeitos não previstos. Isso é matemática. Tem a ver com o que chamam de topologia de redes complexas.
Algumas vezes, esses efeitos não previstos podem ser catastróficos (principalmente ,como no nosso caso, quando se soma doses cavalares de incompetência às conseqüências da topologia de redes densamente conectadas. “Ei, Ministro Lobão, você estava fazendo o quê na hora do blackout? Pintando o cabelo?"). Tire a incompetência e já teremos nossa dose de surpresas desagradáveis (a rede não perdoa). Com ela então…
Diz aí: o que apagões elétricos, crises financeiras e terrorismo têm em comum? São todas manifestações que poderiam ser limitadas, ou totalmente eliminadas, se decidíssemos cortar os links entre os elementos que as compõem e deixar os “nós” funcionarem localmente apenas. Se a produção e consumo de eletricidade fosse local (em cada cidade), cada blackout seria local também. Dá pra fazer? Não.
Se você desligar o comércio internacional (cortar os links), não teremos mais problemas com relação aos impactos, digamos, das decisões do Banco Central Japonês sobre nossa economia. Em compensação, veríamos o derretimento da economia global. Fechar as fronteiras reduz o perigo de ataques terroristas, mas também destrói o sonho de sociedade plural e diversa. Se você isolar, cortando os links, tudo piora. Ficaremos mais pobres e mais burros. Cuba não tem futuro. Isolado, nada tem.
Falhas em cascata são comuns em redes complexas (muito densamente conectadas). Elas acontecem na Internet, onde o tráfego é redirecionado para compensar roteadores que funcionam mal. Isso às vezes causa recusa de serviço por parte dos roteadores que absorvem tarefas-extra sem ter capacidade para isso. Vimos a mesma coisa quando, em 1997, o FMI pressionou os bancos centrais de vários países asiáticos a limitarem a concessão de crédito. Isso causou um efeito cascata que levou à quebra de muitos bancos e empresas mundo afora.
Numa rede típica, mesmo densamente conectada, a maioria das falhas acontece localmente e é absorvida localmente também, o mundo nem fica sabendo delas. Algumas, porém, se infiltram (percolam) para dentro das malhas tecnológicas ou sociais e nos atingem a partir das mais inesperadas direções. A menos que queiramos nos isolar, cortando as conexões, a única maneira de mudar o mundo é melhorando cada nó e seus links. Como se poderia fazer isso?"
Clique aqui para ler a matéria de capa da edição atual da The Economist, que mostra que o Brasil deixou de ser "o país do futuro" e decolou de vez. Vale a pena ler.
Efeitos do apagão peçonhento: na GrowBiz, não estamos conseguindo fazer nem receber chamadas, nem pelos fixos (Telefonica), nem pelos celulares (Claro). Também não conseguimos receber (nem enviar) e-mails pelo Blackberry.
Ou seja: caos total nas nossas comunicações.
A decisão, tomada pela Uniban, de expulsar a aluna que foi à aula de mini-saia e, por causa disso, foi xingada, hostilizada e ameaçada de estupro por cerca de 700 de seus próprios colegas, foi, do ponto de vista de Marketing, simplesmente desastrosa.
Parece que ninguém parou para pensar no efeito que os fatos poderão ter sobre a imagem, não apenas da instituição, mas dos portadores de diplomas expedidos por ela. A maioria dos quais investiu sangue, suór e lágrimas para conseguir cursá-la na esperança de que o diploma se convertesse no passaporte para uma vida melhor.
Não cabe discutir aqui se a roupa que a moça usou é de bom gosto, ou não. Não é, é vulgar. E tão adequada ao ambiente (ou inadequada, depende do ponto de vista) quanto os bonés portados por vários de seus colegas que aparecem nos vídeos que mostram cenas da histeria coletiva que acometeu aquela turba. Nem cada questionar se cada um tem o direito de usar a roupa que quiser, para ir à faculdade, ainda que de aparência vulgar. Tem, é claro. Basta que não ponha em risco a segurança ou o bem-estar dos demais, nem atente contra o pudor. E, desde pelo menos 1967, acho difícil que usar uma saia curta numa faculdade possa ser considerado um atentado ao pudor.
Cabe discutir é que à Universidade competia ter (e demonstrar) um pouco (ou um bocado) mais de ponderação. E jamais tomar uma decisão que pune a vítima e deixa livres seus algozes talebans.
Clique aqui para ler o comentário muito oportuno do genial Contardo Calligaris a respeito do tema. E aqui para ler o que o Luiz Marinho escreveu a respeito do mesmo assunto e sobre o nível de alguns alunos das chamadas universidades populares. Faço minhas as palavras dos dois.
Clique aqui para ler meu artigo "Se não encontrar uma porta, construa a sua" publicado no site da Pequenas Empresas Grandes Negócios.
... e, ainda assim, a gente só reclama. Não reconhece que testemunha, todos os dias, várias vezes por dias, verdadeiros "milagres" da ciência.
Assista ao vídeo abaixo, que minha amiga gringa Janet Racy me enviou de Nova York (infelizmente, em Inglês e sem legendas), e me diga se não é mesmo assim:
Estou chocado com o comportamento dos estudantes da Uniban que humilharam e ameaçaram uma colega só porque ela foi à aula trajando um vestido curto. O que é isso? Onde já se viu algo como isso acontecendo numa universidade? É nas mãos desses trogloditas que está o futuro deste país?
Desde quando o valor de alguém pode ser definido a partir da cor da pele, do corte dos cabelos, da orientação sexual ou do comprimento da saia? Meu Deus!
Assista ao vídeo abaixo e me diga se você também não se sente enojado com essa cambada. E me diga: trata-se de um bando de doentes? Ou de bando de babacas preconceituosos?
Parabéns ao professor que manteve a aluna dentro da sala de aula, chamou a polícia e permaneceu ao lado da moça para protegê-la até que os homens de farda chegassem. E nota zero para o professor a cuja entrevista assisti na TV, que praticamente defendeu a atitude da "turba ignara" ao dizer que a moça trajava roupa inadequada para o ambiente escolar.
Se não tomar providências urgentes para identificar e punir exemplarmente os culpados e se não orientar adequadamente seus funcionários e professores, a Uniban sairá do episódio com a imagem bastante arranhada.
Tem gente me escrevendo, pedindo minha interferência para conseguir um lugar na platéia da minha palestra sobre as "Competências essenciais para criar e manter uma empresa de sucesso", que acontece no auditório da ABF - Associação Brasileira de Franchising no dia 17/11.
Infelizmente, meu poder de influir nisso é zero. A ABF me informou que as vagas se esgotaram em dois dias e não estou conseguindo lugar nem para um dos meus sócios. Mil perdões.
... e mesmo assim não existiam tantos gordos como agora. O vídeo abaixo, que a Marília Fanucchi Ferraz me enviou, ajuda a explicar o motivo:
Para você, que tem interesse em conhecer várias franquias dos ramos de Vestuário, Acessórios Pessoais e Calçados, haverá um evento gratuito na Franchise Store, nesta quinta, dia 29/10, com início às 18:30h.
Como as vagas são limitadas, para reservar a sua convém ligar agora mesmo para (11) 3729-2093 e falar com Christiano Evers, ou enviar um email para franchisestore@franchisestore.com.br.
Lá de Dubai, o Marcelo Cunha manda notícias sobre a Franchise Arabia, a maior feira de franquias daquelas bandas, que acontece em maio, em Abu Dhabi.